Ciência e pesquisa
Metodologia, evidência e um convite a quem quer estudar, criticar e melhorar o Harmônix
Esta página é para universidades, centros de pesquisa em neurociência e audiologia, fonoaudiólogos e médicos. Aqui está como cada ferramenta funciona por dentro, o que ela mede, o que guarda, onde a evidência é forte, onde é fraca, e as 95 referências com DOI que sustentam tudo isso. Se você acha que algo está errado, queremos saber.
A régua que usamos
Cada afirmação sobre saúde neste site aponta para uma referência primária com DOI, e a referência diz o que o estudo é: meta-análise, ensaio randomizado, diretriz, norma, piloto, preprint ou estudo em animais. O tamanho da amostra fica visível. Onde a literatura é mista, escrevemos "mista". Onde ela contraria o interesse comercial — como a revisão Cochrane que não encontrou superioridade da terapia sonora para o zumbido — escrevemos isso também.
Três consequências práticas: (1) as ferramentas de saúde auditiva são gratuitas e sem trava de assinatura; (2) a copy usa "triagem", "apoio ao manejo" e "conforto", nunca "diagnóstico", "tratamento" ou "cura"; (3) o que ainda é hipótese — como a estimulação em 40 Hz — é rotulado como experimental na primeira linha da página.
O que o Harmônix é
O que não é
Metodologia
O que cada ferramenta faz, mede e guarda
Descrição operacional, do jeito que está no código. Para o detalhe de implementação (tabelas, funções, testes), use o formulário no fim da página.
Escuta Segura (dose sonora)
- Protocolo
- Cota semanal da ITU-T H.870 (OMS-UIT): 80 dBA por 40 h (adultos) ou 75 dBA (modo sensível), regra de troca de 3 dB. Nível estimado por tipo de fone declarado (médias publicadas: 101,5 dBA intra-auricular, 97 dBA supra-aural), volume do aparelho declarado e volume do app (20·log10).
- O que mede
- Minutos por dia e nível estimado; percentual da cota semanal; avisos em 80% e 100%.
- O que guarda
- Tabela listening_dose por usuário e dia local, com o nível de referência usado.
- Limite
- É estimativa, não medição: um app web não lê o nível real no ouvido nem o volume do sistema.
Teste de Audição (dígitos no ruído, antifásico)
- Protocolo
- Protocolo de Ceccato et al. 2021: 23 trios de dígitos em ruído modulado de fala, apresentação antifásica, escada adaptativa (passo de 4 dB nas 3 primeiras, 2 dB depois), SRT = média das apresentações 5–23, ruído 500 ms antes, 200 ms entre dígitos.
- O que mede
- SRT em dB SNR e faixa (boa / atenção / procure avaliação) pelos cortes publicados (−11,7 dB SNR: sensibilidade 0,96, especificidade 0,93 para perda > 25 dB HL).
- O que guarda
- Tabela hearing_screenings com SRT, data, fone e ambiente relatados e a régua de corte usada (RLS: só o próprio usuário lê).
- Limite
- Faixas provisórias: os estímulos são gerados por voz sintética em português e ainda não têm normatização própria; não existe validação publicada do DIN em pt-BR com sensibilidade e especificidade. Triagem, não diagnóstico.
Programa Zumbido (autocuidado)
- Protocolo
- Triagem de entrada (sinais de alerta: início súbito com perda ou tontura, unilateral, pulsátil; hipersensibilidade ao som), caracterização por tom ou ruído de banda estreita em escala logarítmica de 125 Hz a 12 kHz (1/24 de oitava, limiar ascendente de 2 dB por 700 ms), inibição residual (ruído centrado na frequência do zumbido, 60 s), diário de incômodo 0–10 uma vez por dia, módulos semanais de apoio ao manejo e som personalizado rotulado como conforto.
- O que mede
- Frequência e nível de sensação relativos ao próprio fone; resposta à inibição residual; tendência do diário. Questionário validado (THI ou TFI, versões brasileiras) para desfecho.
- O que guarda
- Tabelas tinnitus_profiles e tinnitus_diary, RLS por usuário; dado sensível pela LGPD.
- Limite
- Ferramenta de autocuidado, sem responsável técnico: não diagnostica nem trata; toda tela termina em encaminhamento. Números são relativos ao próprio ouvido e fone.
Treino de fala no ruído
- Protocolo
- Trechos de 3–5 s com palavra-alvo extraída do catálogo (1.685 faixas com transcrição palavra a palavra), ruído de fala sobreposto em escada adaptativa 1-para-1, escolha entre 4 alternativas.
- O que mede
- SRT do próprio treino ao longo do tempo.
- O que guarda
- Sessões por usuário.
- Limite
- Transferência próxima: melhora na tarefa treinada, não "melhora da audição" ou da memória.
Modo 40 Hz (experimental)
- Protocolo
- Modulação de amplitude a 40 Hz sobre faixas do acervo (renderização no servidor), sessões de 60 min, triagem de segurança do NeuroFlash quando há componente luminoso.
- O que mede
- Uso e tolerância; sem promessa de desfecho cognitivo.
- O que guarda
- Sessões por usuário.
- Limite
- Linha de pesquisa em andamento; benefício em memória não comprovado em pessoas saudáveis.
NeuroFlash e Binaural System
- Protocolo
- Estimulação luminosa a 60 quadros por segundo com acumulação de fase (frequência exata), cromoterapia por programa, triagem obrigatória (epilepsia, fotossensibilidade, idade) com consentimento versionado; batimentos binaurais gerados por dois osciladores com fase contínua, analisador de batimento real a cada 10 s.
- O que mede
- Sessões, programas usados, tempo; sem alegação clínica.
- O que guarda
- Histórico por usuário.
- Limite
- Ferramentas de bem-estar: relaxamento, foco subjetivo e estados de consciência. Sem promessa de memória ou tratamento.
Dados, privacidade e o que podemos compartilhar
Resultado de rastreio auditivo, perfil de zumbido e diário de sintomas são dados pessoais sensíveis pela LGPD. Ficam em tabelas com segurança por linha (cada pessoa lê só o seu), com finalidade declarada e sem uso em publicidade. Para pesquisa, compartilhamos agregados anonimizados: distribuições de SRT por faixa, uso da cota sonora, respostas à inibição residual, tendência dos diários. Dado individual só sai com consentimento específico e um protocolo aprovado por comitê de ética da instituição parceira.
Medimos entrega e efeito separadamente. Entrega: ferramentas no ar e usadas. Efeito: THI ou TFI nas semanas 0, 4 e 8 no Programa Zumbido; proporção de usuários acima de 100% da cota sonora; percentual de rastreios em "atenção" que chegam a uma avaliação; SRT do treino sustentado 30 dias depois de parar. Sem isso, tudo o que está acima é fé — e é justamente aí que uma parceria acadêmica ajuda.
Convite
Estude, critique, normatize conosco
O que mais precisamos hoje: normatizar o teste de dígitos no ruído com a nossa voz sintética em português (média e desvio-padrão de normo-ouvintes), escolher e validar o desfecho do Programa Zumbido (THI ou TFI), e desenhar um estudo de campo da Escuta Segura. Se você tem alunos, laboratório ou pacientes e quer usar ferramentas gratuitas com método descrito, fale conosco.
Ou escreva para [email protected]. Respondemos em até 5 dias úteis.
Perguntas frequentes
O Harmônix é um dispositivo médico?
Não. Pela RDC 657/2022 da ANVISA, o que define um software como dispositivo médico é a finalidade declarada. As ferramentas do Harmônix são declaradas e construídas como bem-estar, informação, triagem e autocuidado: não diagnosticam, não tratam e não substituem avaliação profissional. É por isso que a copy do site e do app usa "triagem", "apoio" e "conforto", nunca "diagnóstico", "tratamento" ou "cura".
Que dados vocês podem compartilhar com pesquisadores?
Dados agregados e anonimizados: distribuição de resultados do teste de dígitos no ruído por faixa, uso da Escuta Segura, respostas à inibição residual, evolução do diário do zumbido. Dados individuais são sensíveis (LGPD) e só sairiam com consentimento específico do usuário e aprovação de comitê de ética do estudo.
Vocês têm comitê de ética?
Não, porque não fazemos pesquisa com seres humanos: oferecemos ferramentas. Se um estudo com nossos usuários for proposto, ele precisa de submissão a um CEP pela instituição parceira — é exatamente o tipo de parceria que este formulário existe para começar.
Posso usar o Harmônix em pesquisa sem falar com vocês?
Pode: as ferramentas são gratuitas e o método está descrito nesta página. Mas falando conosco você ganha acesso ao detalhe de implementação, aos estímulos e às tabelas, e podemos adaptar a coleta ao seu protocolo.
O código é aberto?
As regras de negócio das ferramentas de saúde (dose sonora, teste de dígitos, acufenometria) são funções puras com testes automatizados, e podemos compartilhar esse código com grupos de pesquisa. O catálogo musical é autoral e não é aberto.
Como cito o Harmônix?
Harmônix Transcendence (2026). Plataforma de músicas e ferramentas de saúde auditiva [software]. Carlos de Oliveira (Shietnar). https://harmonix.ia.br — e, para cada ferramenta, cite também os estudos de origem listados aqui.
Bibliografia
95 referências, por módulo
Cada uma aparece uma vez, no módulo em que mais pesa. Verificadas item a item no Crossref e no PubMed em 20/09/2026.
Zumbido
Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.
- 1.Tunkel, D.E., Bauer, C.A., Sun, G.H. et al. (2014). Clinical Practice Guideline: Tinnitus. Otolaryngology–Head and Neck Surgery, 151(2 suppl), S1–S40 (AAO-HNS). doi:10.1177/0194599814545325Diretriz clínicaTCC: evidência grau A ("devem recomendar"); terapia sonora: grau B ("podem recomendar"); recomenda contra medicamentos, suplementos e EMT de rotina.
- 2.Department of Veterans Affairs & Department of Defense (EUA) (2024). VA/DoD Clinical Practice Guideline for the Management of Tinnitus. Diretriz clínica, 25 recomendações. linkDiretriz clínicaMais contida que a AAO-HNS: sugere TCC com força de recomendação FRACA e terapia sonora combinada à TCC.
- 3.Grupo de trabalho da diretriz VA/DoD (2025). Recomendações da diretriz VA/DoD para manejo do zumbido (síntese). JAMA Otolaryngology–Head & Neck Surgery. linkDiretriz clínicaAutores conforme a publicação (link).
- 4.Scherer, R.W., Formby, C. & Tinnitus Retraining Therapy Trial Research Group (2019). Effect of tinnitus retraining therapy vs standard of care on tinnitus-related quality of life: a randomized clinical trial. JAMA Otolaryngology–Head & Neck Surgery, 145(7). linkEnsaio clínico randomizado151 participantes; sem diferença entre grupos no TQ, TFI e THI; ~metade de todos os braços melhorou; aconselhamento carregou o efeito.
- 5.Sereda, M., Xia, J., El Refaie, A., Hall, D.A. & Hoare, D.J. (2018). Sound therapy (using amplification devices and/or sound generators) for tinnitus. Cochrane Database of Systematic Reviews, CD013094. doi:10.1002/14651858.CD013094.pub2Meta-análise / revisão sistemática8 ensaios, 590 participantes: sem evidência de superioridade da terapia sonora sobre lista de espera, placebo ou educação.
- 6.Okamoto, H., Stracke, H., Stoll, W. & Pantev, C. (2010). Listening to tailor-made notched music reduces tinnitus loudness and tinnitus-related auditory cortex activity. PNAS, 107(3), 1207–1210. doi:10.1073/pnas.0911268107Ensaio clínico randomizadoProtocolo TMNMT (música com entalhe); inibição lateral.
- 7.Teismann, H., Okamoto, H. & Pantev, C. (2011). Short and intense tailor-made notched music training against tinnitus: the tinnitus frequency matters. PLoS ONE, 6(9), e24685. doi:10.1371/journal.pone.0024685EstudoSó funcionou para zumbido ≤ 8 kHz.
- 8.Meta-análise (European Archives of Oto-Rhino-Laryngology) (2025). Notched music therapy versus conventional therapy for tinnitus: a systematic review and meta-analysis. European Archives of Oto-Rhino-Laryngology. doi:10.1007/s00405-025-09260-9Meta-análise / revisão sistemática14 ensaios, 793 pacientes; THI −8,62 pontos (IC95% −17,01 a −0,23; p = 0,044). Autores conforme a publicação.
- 9.Conlon, B., Langguth, B., Hamilton, C. et al. (2020). Bimodal neuromodulation combining sound and tongue stimulation reduces tinnitus symptoms in a large randomized clinical study. Science Translational Medicine, 12(564). doi:10.1126/scitranslmed.abb2830Ensaio clínico randomizado
- 10.Conlon, B. et al. (ensaio TENT-A3) (2024). Bimodal neuromodulation for tinnitus (TENT-A3). Nature Communications, 15. doi:10.1038/s41467-024-50473-zEnsaio clínico randomizado58,6% de resposta bimodal × 43,2% com som sozinho (p = 0,022). O braço "som sozinho" é o teto realista do que software entrega. Autores conforme a publicação.
- 11.Ensaio randomizado do aplicativo Kalmeda (2023). Smartphone-based cognitive behavioral therapy for tinnitus: a randomized controlled trial. PLOS Digital Health, 2(9), e0000337. doi:10.1371/journal.pdig.0000337Ensaio clínico randomizado187 participantes; d de Cohen = 1,1. Autores conforme a publicação.
- 12.Seguimento de 9 meses da TCC por smartphone (2025). Long-term effects of smartphone-based cognitive behavioral therapy for tinnitus. Journal of Medical Internet Research, 27, e59575. linkEstudoMelhora continuada em estresse percebido (PSQ-20) e sintomas depressivos (PHQ-9). Autores conforme a publicação.
- 13.Estudo de inibição residual como preditor (2024). Residual inhibition predicts the outcome of sound therapy for tinnitus. Brain and Behavior, 14(11), e70083. doi:10.1002/brb3.70083EstudoQuem responde à inibição residual tende a se beneficiar mais do som. Autores conforme a publicação.
- 14.Ferreira, P.E.A., Cunha, F., Onishi, E.T., Branco-Barreiro, F.C.A. & Ganança, F.F. (2005). Tinnitus Handicap Inventory: adaptação cultural para o português brasileiro. Pró-Fono Revista de Atualização Científica, 17(3). linkEstudo180 pacientes; diferença mínima clinicamente importante de 7 a 12 pontos.
- 15.Validação brasileira do Tinnitus Functional Index (2022). Tradução, adaptação transcultural e validação do TFI para o português brasileiro. PubMed 35846803. linkEstudo88 pacientes, alfa de Cronbach 0,870. Autores conforme a publicação.
- 16.Engelke, M. et al. (2025). Minimal clinically important difference of the Tinnitus Handicap Inventory and Tinnitus Functional Index. Otolaryngology–Head and Neck Surgery. doi:10.1002/ohn.1217Estudo
- 17.Conselho Federal de Fonoaudiologia (2023). 28 milhões de pessoas sofrem de zumbido no Brasil. CFFa, citando a OMS. linkFonte institucional
- 18.Conselho Federal de Fonoaudiologia (2020). Resolução CFFa nº 580/2020 — Telefonoaudiologia. CFFa. linkNorma / regulaçãoFronteira entre ferramenta de autocuidado e ato fonoaudiológico à distância.
Audição e triagem
Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.
- 1.Ceccato, J.-C., Duran, M.-J., Swanepoel, D.W., Smits, C., De Sousa, K.C., Gledhill, L., Venail, F. & Puel, J.-L. (2021). French version of the antiphasic digits-in-noise test for smartphone hearing screening. Frontiers in Public Health, 9, 725080. doi:10.3389/fpubh.2021.725080EstudoNormo-ouvintes < 25 anos: SRT −15,4 dB SNR (± 1,3). Corte −11,7 dB SNR: sensibilidade 0,96 / especificidade 0,93 para perda > 25 dB HL; corte −12,9: 0,92 / 0,86 para > 20 dB HL.
- 2.De Sousa, K.C., Swanepoel, D.W., Moore, D.R., Myburgh, H.C. & Smits, C. (2020). Improving sensitivity of the digits-in-noise test using antiphasic stimuli. Ear and Hearing, 41(2), 442–450. doi:10.1097/AUD.0000000000000775EstudoBase do estímulo antifásico do hearWHO: sensível a perdas condutivas e assimétricas.
- 3.De Sousa, K.C., Smits, C., Moore, D.R., Myburgh, H.C. & Swanepoel, D.W. (2022). Diotic and antiphasic digits-in-noise testing as a hearing screening and triage tool to classify type of hearing loss. Ear and Hearing, 43(3), 1037–1048. doi:10.1097/AUD.0000000000001160Estudo
- 4.De Sousa, K.C., Smits, C., Moore, D.R. et al. (2022). Global use and outcomes of the hearWHO mHealth hearing test. Digital Health, 8. doi:10.1177/20552076221113204Estudo
- 5.Barros, V.V., Nunes-Araújo, A.D.S., Silva, A.R.X., Cavalcanti, H.G., Ferrari, D.V. & Balen, S.A. (2022). Teste de dígitos no ruído no Português Brasileiro: influência das variáveis demográficas e socioeconômicas em normo-ouvintes. CoDAS, 34(6), e20210274. doi:10.1590/2317-1782/20212021274EstudoEstudo normativo em 151 normo-ouvintes (versão diótica com ruído branco). Não é validação com sensibilidade/especificidade.
- 6.Melo, I.M.M. et al. (2022). Accuracy of smartphone-based hearing screening tests: a systematic review. CoDAS, 34(3), e20200380. doi:10.1590/2317-1782/20212020380Revisão
- 7.Masalski, M. et al. (2025). The multilingual digits-in-noise (DIN) test: development and evaluation. International Journal of Audiology, 64(11), 1193–1203. doi:10.1080/14992027.2024.2397068Estudo
- 8.Organização Mundial da Saúde (2019). hearWHO: aplicativo de rastreio auditivo — perguntas e respostas. OMS. linkFonte institucionalMais de 200 mil usuários; estímulos antifásicos.
- 9.USP Bauru (2021). hearWHO em português: lançamento com pesquisadores da USP Bauru. Portal da USP Bauru. linkFonte institucional
- 10.Estudo em clínica rural na Tanzânia (2026). Cautela com autotestes auditivos por aplicativo em população vulnerável. Frontiers in Audiology and Otology. linkEstudoAutotestes divergiram da audiometria tonal. Triagem não é diagnóstico. Autores conforme a publicação.
- 11.Estudo de acurácia de audiometria móvel com fone de consumo (2017). Accuracy of mobile-based audiometry with consumer headphones. PubMed 28485673. linkEstudoErro de 9 a 28 dB só na conversão tensão→SPL; acurácia cai 22–37% fora do ideal. Por isso o Harmônix não dá limiar em dB. Autores conforme a publicação.
- 12.Jornal da USP (2023). Mais de 10 milhões de brasileiros apresentam algum grau de surdez. Jornal da USP (IBGE). linkFonte institucional
- 13.Organização Mundial da Saúde (2025). Deafness and hearing loss — fact sheet. OMS. linkFonte institucional2,5 bilhões de pessoas com algum grau de perda auditiva até 2050; 700 milhões incapacitante.
Escuta segura
Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.
- 1.ITU-T (União Internacional de Telecomunicações), com a OMS (2022). Recommendation ITU-T H.870 (V2): Guidelines for safe listening devices/systems. ITU-T, 03/2022. linkNorma / regulaçãoModo 1: 1,6 Pa²h ≈ 80 dBA por 40 h/semana (adultos); modo 2: 0,51 Pa²h ≈ 75 dBA (crianças e usuários sensíveis); avisos em 80% e 100% da cota.
- 2.World Health Organization & International Telecommunication Union (2019). Safe listening devices and systems: a WHO-ITU standard. WHO/ITU, ISBN 978-92-4-151527-6. linkNorma / regulação
- 3.ISO (2013). ISO 1999:2013 — Acoustics: estimation of noise-induced hearing loss. ISO (confirmada em 2025). linkNorma / regulaçãoRegra de troca de 3 dB: cada +3 dB corta pela metade o tempo seguro.
- 4.NIOSH (CDC, EUA) (1998). Criteria for a Recommended Standard: Occupational Noise Exposure — Revised Criteria 1998. DHHS (NIOSH) Publication 98-126. linkNorma / regulaçãoLimite recomendado 85 dBA por 8 h; taxa de troca de 3 dB.
- 5.Portnuff, C.D.F., Fligor, B.J. & Arehart, K.H. (2011). Teenage use of portable listening devices: a hazard to hearing?. Journal of the American Academy of Audiology, 22(10), 663–677. doi:10.3766/jaaa.22.10.5Estudo
- 6.Portnuff, C.D.F. (2016). Reducing the risk of music-induced hearing loss from overuse of portable listening devices: understanding the problems and establishing strategies for improving awareness in adolescents. Adolescent Health, Medicine and Therapeutics, 7, 27–35. doi:10.2147/AHMT.S74103RevisãoNíveis máximos de 97 a 107 dBA; médias de 101,5 dBA (fones intra-auriculares) e 97 dBA (supra-aurais).
- 7.Fligor, B.J. & Cox, L.C. (2004). Output levels of commercially available portable compact disc players and the potential risk to hearing. Ear and Hearing, 25(6), 513–527. doi:10.1097/00003446-200412000-00001Estudo91 a 121 dBA no volume máximo.
- 8.Keith, S.E., Michaud, D.S. & Chiu, V. (2008). Evaluating the maximum playback sound levels from portable digital audio players. Journal of the Acoustical Society of America, 123(6), 4227–4237. doi:10.1121/1.2904465Estudo101 a 107 dBA no máximo.
Treino auditivo e cognição
Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.
- 1.Meta-análise de treino auditivo computadorizado (2023). Computer-based auditory training and speech-in-noise outcomes: a systematic review and meta-analysis. PubMed 37974862. linkMeta-análise / revisão sistemática23 estudos; melhora mensurável em limiar de percepção de fala e escore de fala no ruído. Autores conforme a publicação.
- 2.Lawrence, B.J., Jayakody, D.M.P., Henshaw, H. et al. (2018). Auditory and cognitive training for cognition in adults with hearing loss: a systematic review and meta-analysis. Trends in Hearing, 22. doi:10.1177/2331216518792096Meta-análise / revisão sistemáticaO cérebro adulto continua plástico na terceira idade; a melhora é sobretudo na tarefa treinada.
- 3.Estudo de treino auditivo-cognitivo imersivo em idosos (2025). Immersive auditory-cognitive training improves speech-in-noise perception in older adults. npj Science of Learning, 10. linkEstudoAutores conforme a publicação.
- 4.Sala, G., Aksayli, N.D., Tatlidil, K.S., Tatsumi, T., Gondo, Y. & Gobet, F. (2019). Near and far transfer in cognitive training: a systematic review and meta-analysis of second-order meta-analyses. Collabra: Psychology, 5(1), 18. linkMeta-análise / revisão sistemáticaControlando placebo e viés de publicação, a transferência distante do "treino cerebral" foi igual a zero.
Estimulação em 40 Hz e música
Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.
- 1.Iaccarino, H.F., Singer, A.C., Martorell, A.J. et al. (Tsai, L.-H.) (2016). Gamma frequency entrainment attenuates amyloid load and modifies microglia. Nature, 540, 230–235. doi:10.1038/nature20587EstudoEstudo em camundongos. Há correção do autor (Nature 636, E2, 2024).
- 2.Martorell, A.J., Paulson, A.L., Suk, H.-J. et al. (Tsai, L.-H.) (2019). Multi-sensory gamma stimulation ameliorates Alzheimer's-associated pathology and improves cognition. Cell, 177(2), 256–271. doi:10.1016/j.cell.2019.02.014EstudoCamundongos 5XFAD.
- 3.Chan, D., Suk, H.-J., Jackson, B.L. et al. (Tsai, L.-H.) (2022). Gamma frequency sensory stimulation in mild probable Alzheimer's dementia patients: results of feasibility and pilot studies. PLoS ONE, 17(12), e0278412. doi:10.1371/journal.pone.0278412Ensaio clínico randomizadoHumanos: fase 1 de viabilidade e piloto randomizado simples-cego (16 pessoas com Alzheimer leve).
- 4.Henney, M.A., Carstensen, M., Thorning-Schmidt, M. et al. (2024). Brain stimulation with 40 Hz heterochromatic flicker extended beyond red, green, and blue. Scientific Reports, 14, 2147. doi:10.1038/s41598-024-52679-zEstudo30 voluntários saudáveis, EEG.
- 5.Zhou, X., He, Y., Xu, T. et al. (Chen, J.-F.) (2024). 40 Hz light flickering promotes sleep through cortical adenosine signaling. Cell Research, 34(3), 214–231. doi:10.1038/s41422-023-00920-1EstudoMecanismo em camundongos, com um braço pequeno em crianças com insônia.
- 6.Extensão aberta de estimulação sensorial gama em Alzheimer leve (2025). Long-term open-label extension of 40 Hz sensory stimulation in mild Alzheimer's disease. Alzheimer's & Dementia. doi:10.1002/alz.70792Estudo5 pacientes, sem cegamento: MMSE 0,8–1,2 ponto/ano mais lento; CDR p = 0,02; sem benefício claro no início precoce. Autores conforme a publicação.
- 7.Revisão do progresso em estimulação sensorial de 40 Hz (2025). Research progress of 40 Hz sensory stimulation in neurodegeneration. Frontiers in Aging Neuroscience, 17. linkRevisãoAutores conforme a publicação.
- 8.Estudo japonês de segurança e aceitabilidade (2025). Safety and acceptability of 40 Hz amplitude-modulated auditory stimulation in older adults. PubMed 41154316. linkEstudoAutores conforme a publicação.
- 9.Estudo de "gamma music" para ASSR de 40 Hz (2023). Gamma music: a new acoustic stimulus for gamma-frequency auditory steady-state response. Frontiers in Human Neuroscience, 17. linkEstudoSeparar voz e acompanhamento e modular cada um a 40 Hz com profundidades diferentes torna o estímulo tolerável. Autores conforme a publicação.
- 10.Estudo em adultos saudáveis na frequência gama individual (2025). Auditory stimulation at the individual gamma frequency improves cognitive performance in healthy adults. Scientific Reports, 15. linkEstudo29 adultos saudáveis. Autores conforme a publicação.
- 11.van der Steen, J.T. et al. (2025). Music-based therapeutic interventions for people with dementia. Cochrane Database of Systematic Reviews, CD003477. doi:10.1002/14651858.CD003477.pub5Meta-análise / revisão sistemática22 ensaios, ~890 pessoas: qualidade moderada para depressão e comportamento; pouco ou nenhum efeito sobre agitação ou cognição.
NeuroFlash (estimulação luminosa)
Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.
- 1.Adrian, E.D. & Matthews, B.H.C. (1934). The Berger rhythm: potential changes from the occipital lobes in man. Brain, 57(4), 355–385. doi:10.1093/brain/57.4.355Trabalho históricoPrimeira descrição do arrastamento do ritmo alfa por luz intermitente.
- 2.Walter, W.G., Dovey, V.J. & Shipton, H. (1946). Analysis of the electrical response of the human cortex to photic stimulation. Nature, 158, 540–541. doi:10.1038/158540a0Trabalho histórico
- 3.Walter, V.J. & Walter, W.G. (1949). The central effects of rhythmic sensory stimulation. Electroencephalography and Clinical Neurophysiology, 1, 57–86. doi:10.1016/0013-4694(49)90164-9Trabalho histórico
- 4.Solomon, G.D. (1985). Slow wave photic stimulation in the treatment of headache — a preliminary report. Headache, 25(8), 444–446. doi:10.1111/j.1526-4610.1985.hed2508444.xEstudoRelato preliminar de 3 páginas; sem grupo-controle.
- 5.Anderson, D.J. (1989). The treatment of migraine with variable frequency photo-stimulation. Headache, 29(3), 154–155. doi:10.1111/j.1526-4610.1989.hed2903154.xEstudo7 pacientes, 50 crises; sem controle.
- 6.Williams, J.D. & Gruzelier, J.H. (2001). Differentiation of hypnosis and relaxation by analysis of narrow band theta and alpha frequencies. International Journal of Clinical and Experimental Hypnosis, 49(3), 185–206. doi:10.1080/00207140108410070Estudon = 16; estudo de hipnose, citado apenas como contexto sobre bandas theta/alfa.
- 7.Siever, D. (2012). Audio-visual entrainment: a novel way of boosting grades and socialization while reducing stress in the typical college student. Biofeedback, 40(3), 115–124. doi:10.5298/1081-5937-40.3.02EstudoEstudantes universitários (notas, socialização, estresse); não é sobre transtornos de ansiedade.
- 8.Berg, K. & Siever, D. (2009). A controlled comparison of audio-visual entrainment for treating seasonal affective disorder. Journal of Neurotherapy, 13(3), 166–175. doi:10.1080/10874200903107314Estudo
- 9.Huang, T.L. & Charyton, C. (2008). A comprehensive review of the psychological effects of brainwave entrainment. Alternative Therapies in Health and Medicine, 14(5), 38–50. linkRevisãoRevisão de 20 estudos; sem DOI (PMID 18780583).
- 10.Joyce, M. & Siever, D. (2000). Audio-visual entrainment program as a treatment for behavior disorders in a school setting. Journal of Neurotherapy, 4(2), 9–25. doi:10.1300/J184v04n02_04Estudo34 alunos, 7 semanas, sem grupo-controle relatado.
- 11.Timmermann, D.L., Lubar, J.F., Rasey, H.W. & Frederick, J.A. (1999). Effects of 20-min audio-visual stimulation (AVS) at dominant alpha frequency and twice dominant alpha frequency on the cortical EEG. International Journal of Psychophysiology, 32(1), 55–61. doi:10.1016/S0167-8760(98)00064-6Estudo
- 12.Noda, Y., Takano, M., Hayano, M. et al. (2021). Photobiological neuromodulation of resting-state EEG and steady-state visual-evoked potentials by 40 Hz violet light optical stimulation in healthy individuals. Journal of Personalized Medicine, 11(6), 557. doi:10.3390/jpm11060557Estudon = 20 saudáveis.
- 13.Argilés, M., Sunyer-Grau, B., Arteche-Fernandez, S. & Peña-Gómez, C. (2022). Functional connectivity of brain networks with three monochromatic wavelengths: a pilot study using resting-state functional magnetic resonance imaging. Scientific Reports, 12, 16197. doi:10.1038/s41598-022-20668-9EstudoPiloto com 7 participantes.
- 14.Cheron, G., Ristori, D., Petieau, M. et al. (2022). Effects of pulsed-wave chromotherapy and guided relaxation on the theta-alpha oscillation during arrest reaction. Frontiers in Psychology, 13, 792872. doi:10.3389/fpsyg.2022.792872Estudo14 participantes; os autores chamam de resultados preliminares.
- 15.Boere, K. & Krigolson, O.E. (2024). The effects of multi-colour light filtering glasses on human brain wave activity. BMC Neuroscience, 25, 21. doi:10.1186/s12868-024-00865-0EstudoÓculos com filtro de cor, não luz pulsada.
- 16.Vani, V., Ojha, P., Gadhvi, M. & Dixit, A. (2025). Colored light exposure ensues chronotype-based responses: evidence from QEEG analysis. Physiological Research, 74(3), 519–527. doi:10.33549/physiolres.935548EstudoN = 24.
- 17.Bartossek, M.T., Kemmerer, J. & Schmidt, T.T. (2021). Altered states phenomena induced by visual flicker light stimulation. PLoS ONE, 16(7), e0253779. doi:10.1371/journal.pone.0253779EstudoN = 24, desenho intra-sujeitos.
- 18.Amaya, I.A., Behrens, N., Schwartzman, D.J., Hewitt, T. & Schmidt, T.T. (2023). Effect of frequency and rhythmicity on flicker light-induced hallucinatory phenomena. PLoS ONE, 18(4), e0284271. doi:10.1371/journal.pone.0284271Estudo10 Hz rítmico produziu os padrões geométricos mais intensos.
- 19.Voss, U., Holzmann, R., Hobson, A. et al. (2014). Induction of self awareness in dreams through frontal low current stimulation of gamma activity. Nature Neuroscience, 17(6), 810–812. doi:10.1038/nn.3719EstudoEstimulação por CORRENTE elétrica (tACS), não por luz: inspira o programa de 25 Hz, não o comprova.
- 20.Schwartzman, D.J., Hewitt, T., Schmidt, T.T. et al. (Seth, A.K.) (2025). Stroboscopic light stimulation safety within and beyond laboratory settings: observational evidence and practical guidance. medRxiv (preprint, v2). doi:10.1101/2025.11.17.25340398Preprint (sem revisão por pares)Preprint sem revisão por pares até 20/09/2026; 20 eventos não graves em laboratório, nenhuma convulsão.
- 21.Johnson, M.A., Simonian, N. & Reggente, N. (2024). Lightening the mind with audiovisual stimulation as an accessible alternative to breath-focused meditation for mood and cognitive enhancement. Scientific Reports, 14, 25553. doi:10.1038/s41598-024-75943-8Ensaio clínico randomizadoRCT duplo-cego, n = 262; efeitos iguais com ou sem batidas binaurais.
- 22.Fisher, R.S., Harding, G., Erba, G., Barkley, G.L. & Wilkins, A. (2005). Photic- and pattern-induced seizures: a review for the Epilepsy Foundation of America Working Group. Epilepsia, 46(9), 1426–1441. doi:10.1111/j.1528-1167.2005.31405.xRevisãoPrevalência ≈ 1 em 10.000 na população, 1 em 4.000 entre 5 e 24 anos; 15–25 Hz é a faixa mais provocativa (1–65 Hz no total).
- 23.Fisher, R.S., Acharya, J.N., Baumer, F.M. et al. (2022). Visually sensitive seizures: an updated review by the Epilepsy Foundation. Epilepsia, 63(4), 739–768. doi:10.1111/epi.17175RevisãoRisco em flashes > 20 cd/m² a 3–60 Hz (sobretudo 15–20 Hz) em ≥ 10–25% do campo visual, e flashes vermelhos.
- 24.Quirk, J.A., Fish, D.R., Smith, S.J. et al. (1995). Incidence of photosensitive epilepsy: a prospective national study. Electroencephalography and Clinical Neurophysiology, 95(4), 260–267. doi:10.1016/0013-4694(95)00118-IEstudo1,1 caso por 100.000 pessoas/ano (5,7 entre 7 e 19 anos).
- 25.Robinson, J., Bayliss, S.C. & Fielder, A.R. (1991). Transmission of light across the adult and neonatal eyelid in vivo. Vision Research, 31(10), 1837–1840. doi:10.1016/0042-6989(91)90031-YEstudoA pálpebra transmite ≈ 14,5% a 700 nm (vermelho) e ≤ 3% abaixo de 580 nm.
- 26.Bierman, A., Figueiro, M.G. & Rea, M.S. (2011). Measuring and predicting eyelid spectral transmittance. Journal of Biomedical Optics, 16(6), 067011. doi:10.1117/1.3593151Estudo
- 27.Oster, G. (1973). Auditory beats in the brain. Scientific American, 229(4), 94–102. doi:10.1038/scientificamerican1073-94Trabalho histórico
Binaural System
Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.
- 1.Wahbeh, H., Calabrese, C. & Zwickey, H. (2007). Binaural beat technology in humans: a pilot study to assess psychologic and physiologic effects. Journal of Alternative and Complementary Medicine, 13(1), 25–32. doi:10.1089/acm.2006.6196EstudoPiloto não controlado, n = 8.
- 2.Garcia-Argibay, M., Santed, M.A. & Reales, J.M. (2019). Efficacy of binaural auditory beats in cognition, anxiety, and pain perception: a meta-analysis. Psychological Research, 83(2), 357–372. doi:10.1007/s00426-018-1066-8Meta-análise / revisão sistemática22 estudos, 35 tamanhos de efeito, g = 0,45; efeito maior com exposição antes e durante a tarefa.
- 3.Basu, S. & Banerjee, B. (2023). Potential of binaural beats intervention for improving memory and attention: insights from meta-analysis and systematic review. Psychological Research, 87(4), 951–963. doi:10.1007/s00426-022-01706-7Meta-análise / revisão sistemáticaResultados descritos como inconsistentes para memória e atenção.
- 4.Melnichuk, A., Cooper, R.K. & Hawk, L.W. (2025). A parametric investigation of binaural beats for brain entrainment and enhancing sustained attention. Scientific Reports, 15, 4308. doi:10.1038/s41598-025-88517-zEstudo80 universitários, 16 condições; atribui a inconsistência da literatura à variação de métodos.
- 5.Lane, J.D., Kasian, S.J., Owens, J.E. & Marsh, G.R. (1998). Binaural auditory beats affect vigilance performance and mood. Physiology & Behavior, 63(2), 249–252. doi:10.1016/S0031-9384(97)00436-8Estudo
- 6.Padmanabhan, R., Hildreth, A.J. & Laws, D. (2005). A prospective, randomised, controlled study examining binaural beat audio and pre-operative anxiety in patients undergoing general anaesthesia for day case surgery. Anaesthesia, 60(9), 874–877. doi:10.1111/j.1365-2044.2005.04287.xEnsaio clínico randomizado
- 7.Le Scouarnec, R.P., Poirier, R.M., Owens, J.E. et al. (2001). Use of binaural beat tapes for treatment of anxiety: a pilot study of tape preference and outcomes. Alternative Therapies in Health and Medicine, 7(1), 58–63. linkEstudo15 pacientes, um grupo só, pré/pós.
- 8.Jirakittayakorn, N. & Wongsawat, Y. (2018). A novel insight of effects of a 3-Hz binaural beat on sleep stages during sleep. Frontiers in Human Neuroscience, 12, 387. doi:10.3389/fnhum.2018.00387Estudo24 participantes.
- 9.Chaieb, L., Wilpert, E.C., Reber, T.P. & Fell, J. (2015). Auditory beat stimulation and its effects on cognition and mood states. Frontiers in Psychiatry, 6, 70. doi:10.3389/fpsyt.2015.00070Revisão
- 10.Solcà, M., Mottaz, A. & Guggisberg, A.G. (2016). Binaural beats increase interhemispheric alpha-band coherence between auditory cortices. Hearing Research, 332, 233–237. doi:10.1016/j.heares.2015.09.011Estudo
- 11.Abeln, V., Kleinert, J., Strüder, H.K. & Schneider, S. (2014). Brainwave entrainment for better sleep and post-sleep state of young elite soccer players — a pilot study. European Journal of Sport Science, 14(5), 393–402. doi:10.1080/17461391.2013.819384EstudoPiloto, 15 + 15.
- 12.Beauchene, C., Abaid, N., Moran, R., Diana, R.A. & Leonessa, A. (2016). The effect of binaural beats on visuospatial working memory and cortical connectivity. PLoS ONE, 11(11), e0166630. doi:10.1371/journal.pone.0166630Estudo
- 13.Carskadon, M.A. & Dement, W.C. (2017). Normal human sleep: an overview. Principles and Practice of Sleep Medicine, 6ª ed., Elsevier, 15–24. doi:10.1016/B978-0-323-24288-2.00002-7Livro / capítuloBase da arquitetura NREM/REM usada nos protocolos.
Regulação e epidemiologia
Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.
- 1.ANVISA (2022). Software como dispositivo médico: perguntas e respostas (RDC 657/2022). ANVISA. linkNorma / regulaçãoO critério central é a FINALIDADE declarada: por isso o Harmônix fala em triagem, autocuidado e apoio, nunca em diagnóstico ou tratamento.
A crítica é bem-vinda. É assim que a ferramenta melhora.
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