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Ciência e pesquisa

Metodologia, evidência e um convite a quem quer estudar, criticar e melhorar o Harmônix

Esta página é para universidades, centros de pesquisa em neurociência e audiologia, fonoaudiólogos e médicos. Aqui está como cada ferramenta funciona por dentro, o que ela mede, o que guarda, onde a evidência é forte, onde é fraca, e as 95 referências com DOI que sustentam tudo isso. Se você acha que algo está errado, queremos saber.

A régua que usamos

Cada afirmação sobre saúde neste site aponta para uma referência primária com DOI, e a referência diz o que o estudo é: meta-análise, ensaio randomizado, diretriz, norma, piloto, preprint ou estudo em animais. O tamanho da amostra fica visível. Onde a literatura é mista, escrevemos "mista". Onde ela contraria o interesse comercial — como a revisão Cochrane que não encontrou superioridade da terapia sonora para o zumbido — escrevemos isso também.

Três consequências práticas: (1) as ferramentas de saúde auditiva são gratuitas e sem trava de assinatura; (2) a copy usa "triagem", "apoio ao manejo" e "conforto", nunca "diagnóstico", "tratamento" ou "cura"; (3) o que ainda é hipótese — como a estimulação em 40 Hz — é rotulado como experimental na primeira linha da página.

O que o Harmônix é

Uma plataforma de músicas autorais e ferramentas de bem-estar, informação, triagem e autocuidado, com medição de uso e instrumentos validados onde eles existem.

O que não é

Um dispositivo médico (RDC 657/2022), um serviço de telefonoaudiologia (Res. CFFa 580/2020) ou uma pesquisa com seres humanos. Não há responsável técnico na plataforma.

Metodologia

O que cada ferramenta faz, mede e guarda

Descrição operacional, do jeito que está no código. Para o detalhe de implementação (tabelas, funções, testes), use o formulário no fim da página.

Escuta Segura (dose sonora)
Protocolo
Cota semanal da ITU-T H.870 (OMS-UIT): 80 dBA por 40 h (adultos) ou 75 dBA (modo sensível), regra de troca de 3 dB. Nível estimado por tipo de fone declarado (médias publicadas: 101,5 dBA intra-auricular, 97 dBA supra-aural), volume do aparelho declarado e volume do app (20·log10).
O que mede
Minutos por dia e nível estimado; percentual da cota semanal; avisos em 80% e 100%.
O que guarda
Tabela listening_dose por usuário e dia local, com o nível de referência usado.
Limite
É estimativa, não medição: um app web não lê o nível real no ouvido nem o volume do sistema.
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Teste de Audição (dígitos no ruído, antifásico)
Protocolo
Protocolo de Ceccato et al. 2021: 23 trios de dígitos em ruído modulado de fala, apresentação antifásica, escada adaptativa (passo de 4 dB nas 3 primeiras, 2 dB depois), SRT = média das apresentações 5–23, ruído 500 ms antes, 200 ms entre dígitos.
O que mede
SRT em dB SNR e faixa (boa / atenção / procure avaliação) pelos cortes publicados (−11,7 dB SNR: sensibilidade 0,96, especificidade 0,93 para perda > 25 dB HL).
O que guarda
Tabela hearing_screenings com SRT, data, fone e ambiente relatados e a régua de corte usada (RLS: só o próprio usuário lê).
Limite
Faixas provisórias: os estímulos são gerados por voz sintética em português e ainda não têm normatização própria; não existe validação publicada do DIN em pt-BR com sensibilidade e especificidade. Triagem, não diagnóstico.
Página da ferramenta →
Programa Zumbido (autocuidado)
Protocolo
Triagem de entrada (sinais de alerta: início súbito com perda ou tontura, unilateral, pulsátil; hipersensibilidade ao som), caracterização por tom ou ruído de banda estreita em escala logarítmica de 125 Hz a 12 kHz (1/24 de oitava, limiar ascendente de 2 dB por 700 ms), inibição residual (ruído centrado na frequência do zumbido, 60 s), diário de incômodo 0–10 uma vez por dia, módulos semanais de apoio ao manejo e som personalizado rotulado como conforto.
O que mede
Frequência e nível de sensação relativos ao próprio fone; resposta à inibição residual; tendência do diário. Questionário validado (THI ou TFI, versões brasileiras) para desfecho.
O que guarda
Tabelas tinnitus_profiles e tinnitus_diary, RLS por usuário; dado sensível pela LGPD.
Limite
Ferramenta de autocuidado, sem responsável técnico: não diagnostica nem trata; toda tela termina em encaminhamento. Números são relativos ao próprio ouvido e fone.
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Treino de fala no ruído
Protocolo
Trechos de 3–5 s com palavra-alvo extraída do catálogo (1.685 faixas com transcrição palavra a palavra), ruído de fala sobreposto em escada adaptativa 1-para-1, escolha entre 4 alternativas.
O que mede
SRT do próprio treino ao longo do tempo.
O que guarda
Sessões por usuário.
Limite
Transferência próxima: melhora na tarefa treinada, não "melhora da audição" ou da memória.
Página da ferramenta →
Modo 40 Hz (experimental)
Protocolo
Modulação de amplitude a 40 Hz sobre faixas do acervo (renderização no servidor), sessões de 60 min, triagem de segurança do NeuroFlash quando há componente luminoso.
O que mede
Uso e tolerância; sem promessa de desfecho cognitivo.
O que guarda
Sessões por usuário.
Limite
Linha de pesquisa em andamento; benefício em memória não comprovado em pessoas saudáveis.
Página da ferramenta →
NeuroFlash e Binaural System
Protocolo
Estimulação luminosa a 60 quadros por segundo com acumulação de fase (frequência exata), cromoterapia por programa, triagem obrigatória (epilepsia, fotossensibilidade, idade) com consentimento versionado; batimentos binaurais gerados por dois osciladores com fase contínua, analisador de batimento real a cada 10 s.
O que mede
Sessões, programas usados, tempo; sem alegação clínica.
O que guarda
Histórico por usuário.
Limite
Ferramentas de bem-estar: relaxamento, foco subjetivo e estados de consciência. Sem promessa de memória ou tratamento.
Página da ferramenta →

Dados, privacidade e o que podemos compartilhar

Resultado de rastreio auditivo, perfil de zumbido e diário de sintomas são dados pessoais sensíveis pela LGPD. Ficam em tabelas com segurança por linha (cada pessoa lê só o seu), com finalidade declarada e sem uso em publicidade. Para pesquisa, compartilhamos agregados anonimizados: distribuições de SRT por faixa, uso da cota sonora, respostas à inibição residual, tendência dos diários. Dado individual só sai com consentimento específico e um protocolo aprovado por comitê de ética da instituição parceira.

Medimos entrega e efeito separadamente. Entrega: ferramentas no ar e usadas. Efeito: THI ou TFI nas semanas 0, 4 e 8 no Programa Zumbido; proporção de usuários acima de 100% da cota sonora; percentual de rastreios em "atenção" que chegam a uma avaliação; SRT do treino sustentado 30 dias depois de parar. Sem isso, tudo o que está acima é fé — e é justamente aí que uma parceria acadêmica ajuda.

Convite

Estude, critique, normatize conosco

O que mais precisamos hoje: normatizar o teste de dígitos no ruído com a nossa voz sintética em português (média e desvio-padrão de normo-ouvintes), escolher e validar o desfecho do Programa Zumbido (THI ou TFI), e desenhar um estudo de campo da Escuta Segura. Se você tem alunos, laboratório ou pacientes e quer usar ferramentas gratuitas com método descrito, fale conosco.

Ou escreva para [email protected]. Respondemos em até 5 dias úteis.

Perguntas frequentes

O Harmônix é um dispositivo médico?

Não. Pela RDC 657/2022 da ANVISA, o que define um software como dispositivo médico é a finalidade declarada. As ferramentas do Harmônix são declaradas e construídas como bem-estar, informação, triagem e autocuidado: não diagnosticam, não tratam e não substituem avaliação profissional. É por isso que a copy do site e do app usa "triagem", "apoio" e "conforto", nunca "diagnóstico", "tratamento" ou "cura".

Que dados vocês podem compartilhar com pesquisadores?

Dados agregados e anonimizados: distribuição de resultados do teste de dígitos no ruído por faixa, uso da Escuta Segura, respostas à inibição residual, evolução do diário do zumbido. Dados individuais são sensíveis (LGPD) e só sairiam com consentimento específico do usuário e aprovação de comitê de ética do estudo.

Vocês têm comitê de ética?

Não, porque não fazemos pesquisa com seres humanos: oferecemos ferramentas. Se um estudo com nossos usuários for proposto, ele precisa de submissão a um CEP pela instituição parceira — é exatamente o tipo de parceria que este formulário existe para começar.

Posso usar o Harmônix em pesquisa sem falar com vocês?

Pode: as ferramentas são gratuitas e o método está descrito nesta página. Mas falando conosco você ganha acesso ao detalhe de implementação, aos estímulos e às tabelas, e podemos adaptar a coleta ao seu protocolo.

O código é aberto?

As regras de negócio das ferramentas de saúde (dose sonora, teste de dígitos, acufenometria) são funções puras com testes automatizados, e podemos compartilhar esse código com grupos de pesquisa. O catálogo musical é autoral e não é aberto.

Como cito o Harmônix?

Harmônix Transcendence (2026). Plataforma de músicas e ferramentas de saúde auditiva [software]. Carlos de Oliveira (Shietnar). https://harmonix.ia.br — e, para cada ferramenta, cite também os estudos de origem listados aqui.

Bibliografia

95 referências, por módulo

Cada uma aparece uma vez, no módulo em que mais pesa. Verificadas item a item no Crossref e no PubMed em 20/09/2026.

Zumbido

Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.

  1. 1.
    Tunkel, D.E., Bauer, C.A., Sun, G.H. et al. (2014). Clinical Practice Guideline: Tinnitus. Otolaryngology–Head and Neck Surgery, 151(2 suppl), S1–S40 (AAO-HNS). doi:10.1177/0194599814545325Diretriz clínicaTCC: evidência grau A ("devem recomendar"); terapia sonora: grau B ("podem recomendar"); recomenda contra medicamentos, suplementos e EMT de rotina.
  2. 2.
    Department of Veterans Affairs & Department of Defense (EUA) (2024). VA/DoD Clinical Practice Guideline for the Management of Tinnitus. Diretriz clínica, 25 recomendações. linkDiretriz clínicaMais contida que a AAO-HNS: sugere TCC com força de recomendação FRACA e terapia sonora combinada à TCC.
  3. 3.
    Grupo de trabalho da diretriz VA/DoD (2025). Recomendações da diretriz VA/DoD para manejo do zumbido (síntese). JAMA Otolaryngology–Head & Neck Surgery. linkDiretriz clínicaAutores conforme a publicação (link).
  4. 4.
    Scherer, R.W., Formby, C. & Tinnitus Retraining Therapy Trial Research Group (2019). Effect of tinnitus retraining therapy vs standard of care on tinnitus-related quality of life: a randomized clinical trial. JAMA Otolaryngology–Head & Neck Surgery, 145(7). linkEnsaio clínico randomizado151 participantes; sem diferença entre grupos no TQ, TFI e THI; ~metade de todos os braços melhorou; aconselhamento carregou o efeito.
  5. 5.
    Sereda, M., Xia, J., El Refaie, A., Hall, D.A. & Hoare, D.J. (2018). Sound therapy (using amplification devices and/or sound generators) for tinnitus. Cochrane Database of Systematic Reviews, CD013094. doi:10.1002/14651858.CD013094.pub2Meta-análise / revisão sistemática8 ensaios, 590 participantes: sem evidência de superioridade da terapia sonora sobre lista de espera, placebo ou educação.
  6. 6.
    Okamoto, H., Stracke, H., Stoll, W. & Pantev, C. (2010). Listening to tailor-made notched music reduces tinnitus loudness and tinnitus-related auditory cortex activity. PNAS, 107(3), 1207–1210. doi:10.1073/pnas.0911268107Ensaio clínico randomizadoProtocolo TMNMT (música com entalhe); inibição lateral.
  7. 7.
    Teismann, H., Okamoto, H. & Pantev, C. (2011). Short and intense tailor-made notched music training against tinnitus: the tinnitus frequency matters. PLoS ONE, 6(9), e24685. doi:10.1371/journal.pone.0024685EstudoSó funcionou para zumbido ≤ 8 kHz.
  8. 8.
    Meta-análise (European Archives of Oto-Rhino-Laryngology) (2025). Notched music therapy versus conventional therapy for tinnitus: a systematic review and meta-analysis. European Archives of Oto-Rhino-Laryngology. doi:10.1007/s00405-025-09260-9Meta-análise / revisão sistemática14 ensaios, 793 pacientes; THI −8,62 pontos (IC95% −17,01 a −0,23; p = 0,044). Autores conforme a publicação.
  9. 9.
    Conlon, B., Langguth, B., Hamilton, C. et al. (2020). Bimodal neuromodulation combining sound and tongue stimulation reduces tinnitus symptoms in a large randomized clinical study. Science Translational Medicine, 12(564). doi:10.1126/scitranslmed.abb2830Ensaio clínico randomizado
  10. 10.
    Conlon, B. et al. (ensaio TENT-A3) (2024). Bimodal neuromodulation for tinnitus (TENT-A3). Nature Communications, 15. doi:10.1038/s41467-024-50473-zEnsaio clínico randomizado58,6% de resposta bimodal × 43,2% com som sozinho (p = 0,022). O braço "som sozinho" é o teto realista do que software entrega. Autores conforme a publicação.
  11. 11.
    Ensaio randomizado do aplicativo Kalmeda (2023). Smartphone-based cognitive behavioral therapy for tinnitus: a randomized controlled trial. PLOS Digital Health, 2(9), e0000337. doi:10.1371/journal.pdig.0000337Ensaio clínico randomizado187 participantes; d de Cohen = 1,1. Autores conforme a publicação.
  12. 12.
    Seguimento de 9 meses da TCC por smartphone (2025). Long-term effects of smartphone-based cognitive behavioral therapy for tinnitus. Journal of Medical Internet Research, 27, e59575. linkEstudoMelhora continuada em estresse percebido (PSQ-20) e sintomas depressivos (PHQ-9). Autores conforme a publicação.
  13. 13.
    Estudo de inibição residual como preditor (2024). Residual inhibition predicts the outcome of sound therapy for tinnitus. Brain and Behavior, 14(11), e70083. doi:10.1002/brb3.70083EstudoQuem responde à inibição residual tende a se beneficiar mais do som. Autores conforme a publicação.
  14. 14.
    Ferreira, P.E.A., Cunha, F., Onishi, E.T., Branco-Barreiro, F.C.A. & Ganança, F.F. (2005). Tinnitus Handicap Inventory: adaptação cultural para o português brasileiro. Pró-Fono Revista de Atualização Científica, 17(3). linkEstudo180 pacientes; diferença mínima clinicamente importante de 7 a 12 pontos.
  15. 15.
    Validação brasileira do Tinnitus Functional Index (2022). Tradução, adaptação transcultural e validação do TFI para o português brasileiro. PubMed 35846803. linkEstudo88 pacientes, alfa de Cronbach 0,870. Autores conforme a publicação.
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    Engelke, M. et al. (2025). Minimal clinically important difference of the Tinnitus Handicap Inventory and Tinnitus Functional Index. Otolaryngology–Head and Neck Surgery. doi:10.1002/ohn.1217Estudo
  17. 17.
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  18. 18.
    Conselho Federal de Fonoaudiologia (2020). Resolução CFFa nº 580/2020 — Telefonoaudiologia. CFFa. linkNorma / regulaçãoFronteira entre ferramenta de autocuidado e ato fonoaudiológico à distância.

Audição e triagem

Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.

  1. 1.
    Ceccato, J.-C., Duran, M.-J., Swanepoel, D.W., Smits, C., De Sousa, K.C., Gledhill, L., Venail, F. & Puel, J.-L. (2021). French version of the antiphasic digits-in-noise test for smartphone hearing screening. Frontiers in Public Health, 9, 725080. doi:10.3389/fpubh.2021.725080EstudoNormo-ouvintes < 25 anos: SRT −15,4 dB SNR (± 1,3). Corte −11,7 dB SNR: sensibilidade 0,96 / especificidade 0,93 para perda > 25 dB HL; corte −12,9: 0,92 / 0,86 para > 20 dB HL.
  2. 2.
    De Sousa, K.C., Swanepoel, D.W., Moore, D.R., Myburgh, H.C. & Smits, C. (2020). Improving sensitivity of the digits-in-noise test using antiphasic stimuli. Ear and Hearing, 41(2), 442–450. doi:10.1097/AUD.0000000000000775EstudoBase do estímulo antifásico do hearWHO: sensível a perdas condutivas e assimétricas.
  3. 3.
    De Sousa, K.C., Smits, C., Moore, D.R., Myburgh, H.C. & Swanepoel, D.W. (2022). Diotic and antiphasic digits-in-noise testing as a hearing screening and triage tool to classify type of hearing loss. Ear and Hearing, 43(3), 1037–1048. doi:10.1097/AUD.0000000000001160Estudo
  4. 4.
    De Sousa, K.C., Smits, C., Moore, D.R. et al. (2022). Global use and outcomes of the hearWHO mHealth hearing test. Digital Health, 8. doi:10.1177/20552076221113204Estudo
  5. 5.
    Barros, V.V., Nunes-Araújo, A.D.S., Silva, A.R.X., Cavalcanti, H.G., Ferrari, D.V. & Balen, S.A. (2022). Teste de dígitos no ruído no Português Brasileiro: influência das variáveis demográficas e socioeconômicas em normo-ouvintes. CoDAS, 34(6), e20210274. doi:10.1590/2317-1782/20212021274EstudoEstudo normativo em 151 normo-ouvintes (versão diótica com ruído branco). Não é validação com sensibilidade/especificidade.
  6. 6.
    Melo, I.M.M. et al. (2022). Accuracy of smartphone-based hearing screening tests: a systematic review. CoDAS, 34(3), e20200380. doi:10.1590/2317-1782/20212020380Revisão
  7. 7.
    Masalski, M. et al. (2025). The multilingual digits-in-noise (DIN) test: development and evaluation. International Journal of Audiology, 64(11), 1193–1203. doi:10.1080/14992027.2024.2397068Estudo
  8. 8.
    Organização Mundial da Saúde (2019). hearWHO: aplicativo de rastreio auditivo — perguntas e respostas. OMS. linkFonte institucionalMais de 200 mil usuários; estímulos antifásicos.
  9. 9.
    USP Bauru (2021). hearWHO em português: lançamento com pesquisadores da USP Bauru. Portal da USP Bauru. linkFonte institucional
  10. 10.
    Estudo em clínica rural na Tanzânia (2026). Cautela com autotestes auditivos por aplicativo em população vulnerável. Frontiers in Audiology and Otology. linkEstudoAutotestes divergiram da audiometria tonal. Triagem não é diagnóstico. Autores conforme a publicação.
  11. 11.
    Estudo de acurácia de audiometria móvel com fone de consumo (2017). Accuracy of mobile-based audiometry with consumer headphones. PubMed 28485673. linkEstudoErro de 9 a 28 dB só na conversão tensão→SPL; acurácia cai 22–37% fora do ideal. Por isso o Harmônix não dá limiar em dB. Autores conforme a publicação.
  12. 12.
    Jornal da USP (2023). Mais de 10 milhões de brasileiros apresentam algum grau de surdez. Jornal da USP (IBGE). linkFonte institucional
  13. 13.
    Organização Mundial da Saúde (2025). Deafness and hearing loss — fact sheet. OMS. linkFonte institucional2,5 bilhões de pessoas com algum grau de perda auditiva até 2050; 700 milhões incapacitante.

Escuta segura

Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.

  1. 1.
    ITU-T (União Internacional de Telecomunicações), com a OMS (2022). Recommendation ITU-T H.870 (V2): Guidelines for safe listening devices/systems. ITU-T, 03/2022. linkNorma / regulaçãoModo 1: 1,6 Pa²h ≈ 80 dBA por 40 h/semana (adultos); modo 2: 0,51 Pa²h ≈ 75 dBA (crianças e usuários sensíveis); avisos em 80% e 100% da cota.
  2. 2.
    World Health Organization & International Telecommunication Union (2019). Safe listening devices and systems: a WHO-ITU standard. WHO/ITU, ISBN 978-92-4-151527-6. linkNorma / regulação
  3. 3.
    ISO (2013). ISO 1999:2013 — Acoustics: estimation of noise-induced hearing loss. ISO (confirmada em 2025). linkNorma / regulaçãoRegra de troca de 3 dB: cada +3 dB corta pela metade o tempo seguro.
  4. 4.
    NIOSH (CDC, EUA) (1998). Criteria for a Recommended Standard: Occupational Noise Exposure — Revised Criteria 1998. DHHS (NIOSH) Publication 98-126. linkNorma / regulaçãoLimite recomendado 85 dBA por 8 h; taxa de troca de 3 dB.
  5. 5.
    Portnuff, C.D.F., Fligor, B.J. & Arehart, K.H. (2011). Teenage use of portable listening devices: a hazard to hearing?. Journal of the American Academy of Audiology, 22(10), 663–677. doi:10.3766/jaaa.22.10.5Estudo
  6. 6.
    Portnuff, C.D.F. (2016). Reducing the risk of music-induced hearing loss from overuse of portable listening devices: understanding the problems and establishing strategies for improving awareness in adolescents. Adolescent Health, Medicine and Therapeutics, 7, 27–35. doi:10.2147/AHMT.S74103RevisãoNíveis máximos de 97 a 107 dBA; médias de 101,5 dBA (fones intra-auriculares) e 97 dBA (supra-aurais).
  7. 7.
    Fligor, B.J. & Cox, L.C. (2004). Output levels of commercially available portable compact disc players and the potential risk to hearing. Ear and Hearing, 25(6), 513–527. doi:10.1097/00003446-200412000-00001Estudo91 a 121 dBA no volume máximo.
  8. 8.
    Keith, S.E., Michaud, D.S. & Chiu, V. (2008). Evaluating the maximum playback sound levels from portable digital audio players. Journal of the Acoustical Society of America, 123(6), 4227–4237. doi:10.1121/1.2904465Estudo101 a 107 dBA no máximo.

Treino auditivo e cognição

Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.

  1. 1.
    Meta-análise de treino auditivo computadorizado (2023). Computer-based auditory training and speech-in-noise outcomes: a systematic review and meta-analysis. PubMed 37974862. linkMeta-análise / revisão sistemática23 estudos; melhora mensurável em limiar de percepção de fala e escore de fala no ruído. Autores conforme a publicação.
  2. 2.
    Lawrence, B.J., Jayakody, D.M.P., Henshaw, H. et al. (2018). Auditory and cognitive training for cognition in adults with hearing loss: a systematic review and meta-analysis. Trends in Hearing, 22. doi:10.1177/2331216518792096Meta-análise / revisão sistemáticaO cérebro adulto continua plástico na terceira idade; a melhora é sobretudo na tarefa treinada.
  3. 3.
    Estudo de treino auditivo-cognitivo imersivo em idosos (2025). Immersive auditory-cognitive training improves speech-in-noise perception in older adults. npj Science of Learning, 10. linkEstudoAutores conforme a publicação.
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    Sala, G., Aksayli, N.D., Tatlidil, K.S., Tatsumi, T., Gondo, Y. & Gobet, F. (2019). Near and far transfer in cognitive training: a systematic review and meta-analysis of second-order meta-analyses. Collabra: Psychology, 5(1), 18. linkMeta-análise / revisão sistemáticaControlando placebo e viés de publicação, a transferência distante do "treino cerebral" foi igual a zero.

Estimulação em 40 Hz e música

Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.

  1. 1.
    Iaccarino, H.F., Singer, A.C., Martorell, A.J. et al. (Tsai, L.-H.) (2016). Gamma frequency entrainment attenuates amyloid load and modifies microglia. Nature, 540, 230–235. doi:10.1038/nature20587EstudoEstudo em camundongos. Há correção do autor (Nature 636, E2, 2024).
  2. 2.
    Martorell, A.J., Paulson, A.L., Suk, H.-J. et al. (Tsai, L.-H.) (2019). Multi-sensory gamma stimulation ameliorates Alzheimer's-associated pathology and improves cognition. Cell, 177(2), 256–271. doi:10.1016/j.cell.2019.02.014EstudoCamundongos 5XFAD.
  3. 3.
    Chan, D., Suk, H.-J., Jackson, B.L. et al. (Tsai, L.-H.) (2022). Gamma frequency sensory stimulation in mild probable Alzheimer's dementia patients: results of feasibility and pilot studies. PLoS ONE, 17(12), e0278412. doi:10.1371/journal.pone.0278412Ensaio clínico randomizadoHumanos: fase 1 de viabilidade e piloto randomizado simples-cego (16 pessoas com Alzheimer leve).
  4. 4.
    Henney, M.A., Carstensen, M., Thorning-Schmidt, M. et al. (2024). Brain stimulation with 40 Hz heterochromatic flicker extended beyond red, green, and blue. Scientific Reports, 14, 2147. doi:10.1038/s41598-024-52679-zEstudo30 voluntários saudáveis, EEG.
  5. 5.
    Zhou, X., He, Y., Xu, T. et al. (Chen, J.-F.) (2024). 40 Hz light flickering promotes sleep through cortical adenosine signaling. Cell Research, 34(3), 214–231. doi:10.1038/s41422-023-00920-1EstudoMecanismo em camundongos, com um braço pequeno em crianças com insônia.
  6. 6.
    Extensão aberta de estimulação sensorial gama em Alzheimer leve (2025). Long-term open-label extension of 40 Hz sensory stimulation in mild Alzheimer's disease. Alzheimer's & Dementia. doi:10.1002/alz.70792Estudo5 pacientes, sem cegamento: MMSE 0,8–1,2 ponto/ano mais lento; CDR p = 0,02; sem benefício claro no início precoce. Autores conforme a publicação.
  7. 7.
    Revisão do progresso em estimulação sensorial de 40 Hz (2025). Research progress of 40 Hz sensory stimulation in neurodegeneration. Frontiers in Aging Neuroscience, 17. linkRevisãoAutores conforme a publicação.
  8. 8.
    Estudo japonês de segurança e aceitabilidade (2025). Safety and acceptability of 40 Hz amplitude-modulated auditory stimulation in older adults. PubMed 41154316. linkEstudoAutores conforme a publicação.
  9. 9.
    Estudo de "gamma music" para ASSR de 40 Hz (2023). Gamma music: a new acoustic stimulus for gamma-frequency auditory steady-state response. Frontiers in Human Neuroscience, 17. linkEstudoSeparar voz e acompanhamento e modular cada um a 40 Hz com profundidades diferentes torna o estímulo tolerável. Autores conforme a publicação.
  10. 10.
    Estudo em adultos saudáveis na frequência gama individual (2025). Auditory stimulation at the individual gamma frequency improves cognitive performance in healthy adults. Scientific Reports, 15. linkEstudo29 adultos saudáveis. Autores conforme a publicação.
  11. 11.
    van der Steen, J.T. et al. (2025). Music-based therapeutic interventions for people with dementia. Cochrane Database of Systematic Reviews, CD003477. doi:10.1002/14651858.CD003477.pub5Meta-análise / revisão sistemática22 ensaios, ~890 pessoas: qualidade moderada para depressão e comportamento; pouco ou nenhum efeito sobre agitação ou cognição.

NeuroFlash (estimulação luminosa)

Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.

  1. 1.
    Adrian, E.D. & Matthews, B.H.C. (1934). The Berger rhythm: potential changes from the occipital lobes in man. Brain, 57(4), 355–385. doi:10.1093/brain/57.4.355Trabalho históricoPrimeira descrição do arrastamento do ritmo alfa por luz intermitente.
  2. 2.
    Walter, W.G., Dovey, V.J. & Shipton, H. (1946). Analysis of the electrical response of the human cortex to photic stimulation. Nature, 158, 540–541. doi:10.1038/158540a0Trabalho histórico
  3. 3.
    Walter, V.J. & Walter, W.G. (1949). The central effects of rhythmic sensory stimulation. Electroencephalography and Clinical Neurophysiology, 1, 57–86. doi:10.1016/0013-4694(49)90164-9Trabalho histórico
  4. 4.
    Solomon, G.D. (1985). Slow wave photic stimulation in the treatment of headache — a preliminary report. Headache, 25(8), 444–446. doi:10.1111/j.1526-4610.1985.hed2508444.xEstudoRelato preliminar de 3 páginas; sem grupo-controle.
  5. 5.
    Anderson, D.J. (1989). The treatment of migraine with variable frequency photo-stimulation. Headache, 29(3), 154–155. doi:10.1111/j.1526-4610.1989.hed2903154.xEstudo7 pacientes, 50 crises; sem controle.
  6. 6.
    Williams, J.D. & Gruzelier, J.H. (2001). Differentiation of hypnosis and relaxation by analysis of narrow band theta and alpha frequencies. International Journal of Clinical and Experimental Hypnosis, 49(3), 185–206. doi:10.1080/00207140108410070Estudon = 16; estudo de hipnose, citado apenas como contexto sobre bandas theta/alfa.
  7. 7.
    Siever, D. (2012). Audio-visual entrainment: a novel way of boosting grades and socialization while reducing stress in the typical college student. Biofeedback, 40(3), 115–124. doi:10.5298/1081-5937-40.3.02EstudoEstudantes universitários (notas, socialização, estresse); não é sobre transtornos de ansiedade.
  8. 8.
    Berg, K. & Siever, D. (2009). A controlled comparison of audio-visual entrainment for treating seasonal affective disorder. Journal of Neurotherapy, 13(3), 166–175. doi:10.1080/10874200903107314Estudo
  9. 9.
    Huang, T.L. & Charyton, C. (2008). A comprehensive review of the psychological effects of brainwave entrainment. Alternative Therapies in Health and Medicine, 14(5), 38–50. linkRevisãoRevisão de 20 estudos; sem DOI (PMID 18780583).
  10. 10.
    Joyce, M. & Siever, D. (2000). Audio-visual entrainment program as a treatment for behavior disorders in a school setting. Journal of Neurotherapy, 4(2), 9–25. doi:10.1300/J184v04n02_04Estudo34 alunos, 7 semanas, sem grupo-controle relatado.
  11. 11.
    Timmermann, D.L., Lubar, J.F., Rasey, H.W. & Frederick, J.A. (1999). Effects of 20-min audio-visual stimulation (AVS) at dominant alpha frequency and twice dominant alpha frequency on the cortical EEG. International Journal of Psychophysiology, 32(1), 55–61. doi:10.1016/S0167-8760(98)00064-6Estudo
  12. 12.
    Noda, Y., Takano, M., Hayano, M. et al. (2021). Photobiological neuromodulation of resting-state EEG and steady-state visual-evoked potentials by 40 Hz violet light optical stimulation in healthy individuals. Journal of Personalized Medicine, 11(6), 557. doi:10.3390/jpm11060557Estudon = 20 saudáveis.
  13. 13.
    Argilés, M., Sunyer-Grau, B., Arteche-Fernandez, S. & Peña-Gómez, C. (2022). Functional connectivity of brain networks with three monochromatic wavelengths: a pilot study using resting-state functional magnetic resonance imaging. Scientific Reports, 12, 16197. doi:10.1038/s41598-022-20668-9EstudoPiloto com 7 participantes.
  14. 14.
    Cheron, G., Ristori, D., Petieau, M. et al. (2022). Effects of pulsed-wave chromotherapy and guided relaxation on the theta-alpha oscillation during arrest reaction. Frontiers in Psychology, 13, 792872. doi:10.3389/fpsyg.2022.792872Estudo14 participantes; os autores chamam de resultados preliminares.
  15. 15.
    Boere, K. & Krigolson, O.E. (2024). The effects of multi-colour light filtering glasses on human brain wave activity. BMC Neuroscience, 25, 21. doi:10.1186/s12868-024-00865-0EstudoÓculos com filtro de cor, não luz pulsada.
  16. 16.
    Vani, V., Ojha, P., Gadhvi, M. & Dixit, A. (2025). Colored light exposure ensues chronotype-based responses: evidence from QEEG analysis. Physiological Research, 74(3), 519–527. doi:10.33549/physiolres.935548EstudoN = 24.
  17. 17.
    Bartossek, M.T., Kemmerer, J. & Schmidt, T.T. (2021). Altered states phenomena induced by visual flicker light stimulation. PLoS ONE, 16(7), e0253779. doi:10.1371/journal.pone.0253779EstudoN = 24, desenho intra-sujeitos.
  18. 18.
    Amaya, I.A., Behrens, N., Schwartzman, D.J., Hewitt, T. & Schmidt, T.T. (2023). Effect of frequency and rhythmicity on flicker light-induced hallucinatory phenomena. PLoS ONE, 18(4), e0284271. doi:10.1371/journal.pone.0284271Estudo10 Hz rítmico produziu os padrões geométricos mais intensos.
  19. 19.
    Voss, U., Holzmann, R., Hobson, A. et al. (2014). Induction of self awareness in dreams through frontal low current stimulation of gamma activity. Nature Neuroscience, 17(6), 810–812. doi:10.1038/nn.3719EstudoEstimulação por CORRENTE elétrica (tACS), não por luz: inspira o programa de 25 Hz, não o comprova.
  20. 20.
    Schwartzman, D.J., Hewitt, T., Schmidt, T.T. et al. (Seth, A.K.) (2025). Stroboscopic light stimulation safety within and beyond laboratory settings: observational evidence and practical guidance. medRxiv (preprint, v2). doi:10.1101/2025.11.17.25340398Preprint (sem revisão por pares)Preprint sem revisão por pares até 20/09/2026; 20 eventos não graves em laboratório, nenhuma convulsão.
  21. 21.
    Johnson, M.A., Simonian, N. & Reggente, N. (2024). Lightening the mind with audiovisual stimulation as an accessible alternative to breath-focused meditation for mood and cognitive enhancement. Scientific Reports, 14, 25553. doi:10.1038/s41598-024-75943-8Ensaio clínico randomizadoRCT duplo-cego, n = 262; efeitos iguais com ou sem batidas binaurais.
  22. 22.
    Fisher, R.S., Harding, G., Erba, G., Barkley, G.L. & Wilkins, A. (2005). Photic- and pattern-induced seizures: a review for the Epilepsy Foundation of America Working Group. Epilepsia, 46(9), 1426–1441. doi:10.1111/j.1528-1167.2005.31405.xRevisãoPrevalência ≈ 1 em 10.000 na população, 1 em 4.000 entre 5 e 24 anos; 15–25 Hz é a faixa mais provocativa (1–65 Hz no total).
  23. 23.
    Fisher, R.S., Acharya, J.N., Baumer, F.M. et al. (2022). Visually sensitive seizures: an updated review by the Epilepsy Foundation. Epilepsia, 63(4), 739–768. doi:10.1111/epi.17175RevisãoRisco em flashes > 20 cd/m² a 3–60 Hz (sobretudo 15–20 Hz) em ≥ 10–25% do campo visual, e flashes vermelhos.
  24. 24.
    Quirk, J.A., Fish, D.R., Smith, S.J. et al. (1995). Incidence of photosensitive epilepsy: a prospective national study. Electroencephalography and Clinical Neurophysiology, 95(4), 260–267. doi:10.1016/0013-4694(95)00118-IEstudo1,1 caso por 100.000 pessoas/ano (5,7 entre 7 e 19 anos).
  25. 25.
    Robinson, J., Bayliss, S.C. & Fielder, A.R. (1991). Transmission of light across the adult and neonatal eyelid in vivo. Vision Research, 31(10), 1837–1840. doi:10.1016/0042-6989(91)90031-YEstudoA pálpebra transmite ≈ 14,5% a 700 nm (vermelho) e ≤ 3% abaixo de 580 nm.
  26. 26.
    Bierman, A., Figueiro, M.G. & Rea, M.S. (2011). Measuring and predicting eyelid spectral transmittance. Journal of Biomedical Optics, 16(6), 067011. doi:10.1117/1.3593151Estudo
  27. 27.
    Oster, G. (1973). Auditory beats in the brain. Scientific American, 229(4), 94–102. doi:10.1038/scientificamerican1073-94Trabalho histórico

Binaural System

Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.

  1. 1.
    Wahbeh, H., Calabrese, C. & Zwickey, H. (2007). Binaural beat technology in humans: a pilot study to assess psychologic and physiologic effects. Journal of Alternative and Complementary Medicine, 13(1), 25–32. doi:10.1089/acm.2006.6196EstudoPiloto não controlado, n = 8.
  2. 2.
    Garcia-Argibay, M., Santed, M.A. & Reales, J.M. (2019). Efficacy of binaural auditory beats in cognition, anxiety, and pain perception: a meta-analysis. Psychological Research, 83(2), 357–372. doi:10.1007/s00426-018-1066-8Meta-análise / revisão sistemática22 estudos, 35 tamanhos de efeito, g = 0,45; efeito maior com exposição antes e durante a tarefa.
  3. 3.
    Basu, S. & Banerjee, B. (2023). Potential of binaural beats intervention for improving memory and attention: insights from meta-analysis and systematic review. Psychological Research, 87(4), 951–963. doi:10.1007/s00426-022-01706-7Meta-análise / revisão sistemáticaResultados descritos como inconsistentes para memória e atenção.
  4. 4.
    Melnichuk, A., Cooper, R.K. & Hawk, L.W. (2025). A parametric investigation of binaural beats for brain entrainment and enhancing sustained attention. Scientific Reports, 15, 4308. doi:10.1038/s41598-025-88517-zEstudo80 universitários, 16 condições; atribui a inconsistência da literatura à variação de métodos.
  5. 5.
    Lane, J.D., Kasian, S.J., Owens, J.E. & Marsh, G.R. (1998). Binaural auditory beats affect vigilance performance and mood. Physiology & Behavior, 63(2), 249–252. doi:10.1016/S0031-9384(97)00436-8Estudo
  6. 6.
    Padmanabhan, R., Hildreth, A.J. & Laws, D. (2005). A prospective, randomised, controlled study examining binaural beat audio and pre-operative anxiety in patients undergoing general anaesthesia for day case surgery. Anaesthesia, 60(9), 874–877. doi:10.1111/j.1365-2044.2005.04287.xEnsaio clínico randomizado
  7. 7.
    Le Scouarnec, R.P., Poirier, R.M., Owens, J.E. et al. (2001). Use of binaural beat tapes for treatment of anxiety: a pilot study of tape preference and outcomes. Alternative Therapies in Health and Medicine, 7(1), 58–63. linkEstudo15 pacientes, um grupo só, pré/pós.
  8. 8.
    Jirakittayakorn, N. & Wongsawat, Y. (2018). A novel insight of effects of a 3-Hz binaural beat on sleep stages during sleep. Frontiers in Human Neuroscience, 12, 387. doi:10.3389/fnhum.2018.00387Estudo24 participantes.
  9. 9.
    Chaieb, L., Wilpert, E.C., Reber, T.P. & Fell, J. (2015). Auditory beat stimulation and its effects on cognition and mood states. Frontiers in Psychiatry, 6, 70. doi:10.3389/fpsyt.2015.00070Revisão
  10. 10.
    Solcà, M., Mottaz, A. & Guggisberg, A.G. (2016). Binaural beats increase interhemispheric alpha-band coherence between auditory cortices. Hearing Research, 332, 233–237. doi:10.1016/j.heares.2015.09.011Estudo
  11. 11.
    Abeln, V., Kleinert, J., Strüder, H.K. & Schneider, S. (2014). Brainwave entrainment for better sleep and post-sleep state of young elite soccer players — a pilot study. European Journal of Sport Science, 14(5), 393–402. doi:10.1080/17461391.2013.819384EstudoPiloto, 15 + 15.
  12. 12.
    Beauchene, C., Abaid, N., Moran, R., Diana, R.A. & Leonessa, A. (2016). The effect of binaural beats on visuospatial working memory and cortical connectivity. PLoS ONE, 11(11), e0166630. doi:10.1371/journal.pone.0166630Estudo
  13. 13.
    Carskadon, M.A. & Dement, W.C. (2017). Normal human sleep: an overview. Principles and Practice of Sleep Medicine, 6ª ed., Elsevier, 15–24. doi:10.1016/B978-0-323-24288-2.00002-7Livro / capítuloBase da arquitetura NREM/REM usada nos protocolos.

Regulação e epidemiologia

Todas com DOI ou link para a fonte primária, verificados em 20/09/2026. A nota em cada item diz como ler o estudo: tamanho da amostra, se foi em animais ou pessoas, e o que ele sustenta ou não.

  1. 1.
    ANVISA (2022). Software como dispositivo médico: perguntas e respostas (RDC 657/2022). ANVISA. linkNorma / regulaçãoO critério central é a FINALIDADE declarada: por isso o Harmônix fala em triagem, autocuidado e apoio, nunca em diagnóstico ou tratamento.

A crítica é bem-vinda. É assim que a ferramenta melhora.

Se encontrou um erro numa afirmação ou numa referência, diga onde. Corrigimos na origem e registramos a mudança.